Alguns cemitérios de Salvador estão acumulando focos do mosquito Aedes Aegipty, transmissor da dengue. Vasos com flores há dias, outros sem uso, mas com água acumulada, sacos de lixo e depósito de água nos jazigos, essa foi a situação que essa Tribuna encontrou em três cemitérios, situados na Baixa de Quintas. De acordo com os funcionários, a fiscalização é insuficiente, assim como as ações de combate, por parte dos agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses, (CCZ). Além disso, a população também desrespeita a orientação de não levar flores em jarros com água, o que contribui para a proliferação dos mosquitos. A situação é de descaso com a saúde pública em pelo menos três unidades fúnebres da cidade, visitadas pela Tribuna. No Cemitério e Convento de São Francisco, a auxiliar administrativa Luciana Santos de Souza garantiu que no local não é permitido rosas em vasos com água, e que as jardineiras das lápides são colocadas depois do sepultamento. Na Ordem Terceira do Carmo, jarros vazios, que um dia abrigaram plantas, localizados na entrada da capela, denunciam a situação do local, confirmada por um funcionário, que preferiu não se identificar. “Não sabemos se é o mosquito da dengue, mas tem dias que aqui…